Porque esta poesia não é qualquer coisa
de mensagem, de carta, ou de lisonjeio -
é sim e antes, uma forma de recreio, pra fazer-se esquecer
que na verdade, a alma lava uma tristeza em nossos olhos.
... Uma tristeza saudosa de você.
Tenho uma lista
que não tem ordem pra te pedir – nem pra te dar,
você tem muitos tostões pra compra-la!
Mas a doarei...
Primeiro........... Que sua distância se afaste de nós,
te queremos de bem perto, como um navio no seio das aguas,
como chuva em nuvens cinzas e como tempestade em dias fechados.
Ainda que essa tempestade, só chuvisque.
E não importa...
Canada, Inglaterra, Marrocos ou Nárnia.
Seja lá onde se inaugurar sua morada. Faça sua casa perto de nós!
De Skype, Facebook ou Google+ - mas faça-a com janelas para nós.
Segundo........... Não aceite nossos abraços, leve-os contigo,
como os teus se deixam em nós.
Faça deles o seu devocional de cada dia – E com o pão do Eterno se alimente
todos os dias; que te são concedidos.
De sobremesa se alimente de nossos retratos – e se vista com eles
nos dias frios
de solidão.
Terceiro.......... Mande-nos embora de sua vida! E seremos
peregrinos em terra estranha, Sem-terra a te exaltar como nossa – amigos.
E longe de nós, não escreva coisas ridículas – sabemos que você não escreve coisas ridículas.
Quarto............ Cuide bem do seu quarto! Há muitas pessoas
que mudam, e deixam de arrumar seu quarto, sua casa, sua vida.
Seja constantemente orientado!
Quinto............ Agradecemos pelos teus presentes de gestos, livros e obras.
Ao revê-los dá um frio, de saudade. Alguém de nós deixou a janela aberta.
A mesma janela que você pulou quietinho e adentrou,
e nos mostrou como a porta de nossa Missão estava fechada
e com a direção do Eterno nos ajudou:
a abri-la, e como, a mais as pessoas
servi-las.
Sexto................ Sua razão não cabe num cesto, e se coubesse
seria um cesto tão racional, que deixaria de ser cesto e se tornaria...
Um teólogo, um filosofo, um escritor – seu problema é esse.
Infelizmente, você não tem um cesto pra colocar sua razão!
Sétimo.............. O sete é o numero da perfeição, por isso pulemos
esse numero de você!
Oitavo............ Como essa poesia não tem um fim didático,
esqueça qualquer ensinamento, mas tenha dela o conhecimento...
Que seu estar conosco, seu agir conosco, seu orar conosco,
seu aconselhar conosco e seu doar conosco.
Nos trouxe um ao outro – na ABU, a um lugar de comunhão.
E por tudo isso: a Glória toda seja dada ao nosso Criador.
Nono............... Tenha sabor de mel! Como a nona sinfonia de Damares.
Décimo............. e não ultimo, mas décimo! Como um dizimo.
Que nos tenha como parte sua, como nós o temos como parte nossa,
e que em Cristo, sejamos inteiros. Como corpo e cabeça, cabeça no corpo.
Poesia como disse não é mensagem – só a de Fernando Pessoa.
Por isso: deixamos na escuridão destes versos, um interruptor,
por favor, não o acenda, ele não funciona nessa poesia – pelo menos nessa não.
E agora...
Olhe pra fora, digo pra fora de você. E veja dentro de nós.
Há em alguns uma oração sincera a Deus por você,
em outros o desejo que seus sonhos venham todos ocorrer,
em mais alguns talvez, o tremer da alma – pela dor desse momento acontecer.
Mas em todos uma certeza da qual eu termino esta poesia pra dizer.
Deus está no controle da sua vida – e por isso estamos alegres por você.
Estes são os Dez pedidos
a um quase despedido de Lavras.
Na cidade de nossas vidas, porém,
você sempre há de ser um inquilino nosso.
Que não paga aluguel
Fazemos questão de pagar pra você!
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Dez pedidos [by Clélio Braz]
Um dia eu ganhei amigos. E me tornei quem sou. O primeiro deles foi Ele. Não é preciso dar nomes. Os demais vieram por sequência, e me mostraram o quanto vale a pena viver, respirar e sonhar com um mundo melhor. A poesia que segue é uma recordação eterna dos amigos da ABU. Quem escreveu foi o Clélio, mas todos tiveram um pedacinho do texto. Guardarei...
terça-feira, 24 de junho de 2014
Calvino e o dinheiro
"Tudo quanto a Igreja possui, seja em propriedade, seja em dinheiro, é patrimônio dos pobres. E assim freqüentemente ali é entoada esta cantilena aos bispos e diáconos: que se lembrem que estão a manejar não valores próprios, mas os destinados à necessidade dos pobres; valores que, se de má fé são suprimidos ou dilapidados, se constituem réus de sangue. Daí serem admoestados a que, com sumo tremor e reverência, como à vista de Deus, os distribuam, sem acepção de pessoas, àqueles a quem se devem. Daqui também aquelas sérias reiterações em Crisóstomo, Ambrósio, Agostinho e outros bispos como eles com as quais diante do povo asseveram sua integridade." (João Calvino, em Institutas, Livro IV, Capítulo XIII).
sexta-feira, 6 de junho de 2014
6 Hereges que Deveriam ser Banidos do Evangelicalismo: Alguns líderes da igreja que foram longe demais...
Este texto é uma tradução livre do artigo 6 Heretics Who Should Be Banned From Evangelicalism. O texto não está isento de erros de tradução. Caso os encontre, me avise para correção.
O que significa ser "evangélico"?
Em quê você deve crer?
O que você deve rejeitar?
Você pode ser um cristão e acreditar...
... na evolução?
... que o Inferno é simplesmente temporário?
... que as pessoas de outras religiões podem ser salvas mesmo sem saber?
... que a expiação não está relacionada com a ira de Deus sendo derramada sobre Jesus em nosso lugar?
... que as Escrituras contém erros?
Muitos evangélicos diriam "não" à maioria - talvez todas - estas questões. É por isso que, na tentativa de proteger o nome do evangelicalismo, alguns líderes proeminentes dentro do evangelicalismo tem tomado para si a responsabilidade de denunciar publicamente aqueles que descordam de questões como estas.
Para deixar clara, não há problema com a denúncia pública de ideologias (isto é, afinal, o que este artigo está fazendo neste momento). É necessário, algumas vezes, denunciar publicamente alguns falsos mestres. No entanto, deve-se considerar se eles estão promovendo um evangelho distinto, antes de denunciar com ousadia.
Mas não estamos falando sobre denunciar ideias ou expor falsos mestres reais. Estamos falando sobre cismas sem necessidade alguma e inconsistentes, orgulho exclusivista.
Guardeões do evangelicalismo auto-nomeados rasgam o que poderia ser um nobre e diversificado movimento do Espírito. Estes guardiões encarregam-se a si mesmos de pronunciar que está "dentro" e quem está "fora" da ortodoxia cristã.
Pelos padrões destes guardiões, a definição de "evangélico" está se tornando cada vez mais estreito, tanto que pouquíssimos se encaixam dentro das definições.
Então, se queremos ser consistentes, é hora de eliminar todas as heresias -- especialmente aquelas que tem maior influência -- não somente Rob Bell, Rachel Held Evans ou a Visão Mundial.
Vamos começar com estes 6:
1. C.S. Lewis: Culpado de Inclusivismo e Rejeição da Teoria da Expiação Penal Substitutiva
Talvez o mais celebrado escritor cristão do século passado, C.S. Lewis é respeitado pela maioria dos cristãos, não interessa em qual canto da teologia eles ocupem. E isto é o que me confunde. Lewis não é um evangélico pelos padrões dos porta-vozes evangélicos modernos. A obra-prima ficcional de sete volumes, As Crônicas de Nárnia, revelam sua crença de que é possível para uma pessoa de outra religião herdar o Reino de Deus sem conhecê-lo.
Talvez o mais celebrado escritor cristão do século passado, C.S. Lewis é respeitado pela maioria dos cristãos, não interessa em qual canto da teologia eles ocupem. E isto é o que me confunde. Lewis não é um evangélico pelos padrões dos porta-vozes evangélicos modernos. A obra-prima ficcional de sete volumes, As Crônicas de Nárnia, revelam sua crença de que é possível para uma pessoa de outra religião herdar o Reino de Deus sem conhecê-lo.
Lewis também rejeitou a teoria da Substituição Penal da Expiação, que afirma que Cristo "desviou" a ira de Deus de nós e tomou-a para si. Ao contrário, na parte três das Crônicas, Lewis descreve que o que é conhecido como a visão "Christus Vicotr" da expiação, o qual afirma que a cruz não é uma imagem da ira de Deus contra nós, desviada em seu Filho, mas era a derrota do mal através de uma ato de amor altruísta. (Aqui está um vídeo de Greg Boyd dando uma boa descrição desta visão usando o imaginário de Lewis.)
2. Martinho Lutero: Culpado por Rejeitar a Inerrância Bíblica
Onde estaria o evangelicalismo sem Lutero? Ele é o pai da reforma, e o campeão da Sola Scriptura.
Mas para o desalento de cada Calvinista, eu temo que possa ser o portador de más notícias de que Lutero aparentemente não acreditava que a Bíblia era completamente inspirada, verdadeira e confiável.
Falando de imprecisões nos livros das Crônicas, ele afirma: "Quando se lê que um grande número de pessoas foram mortas, por exemplo, oitenta mil, acredito que dificilmente mil foram realmente mortas".
3. Santo Agostinho: Culpado de Rejeitar a Leitura Literal da História da Criação
Em sua obra "O Sentido Literal de Gênesis", Agostinho (para ser honesto) pensou que cristãos que consideravam a história da Criação literalmente foram motivo de zombaria e pareciam idiotas entre os não-cristãos porque negavam a ciência e a razão. Este é Agostinho, aquele para o qual damos crédito pelas doutrinas do pecado original e o Inferno como um tormento eterno e consciente (centrais na teologia reformada).
Aqui está a afirmação:
Não raramente ocorre que algo sobre a Terra .. se torne conhecido com grande certeza pela razão ou pela experiência, mesmo por alguém que não seja cristão. É muito vergonhoso e desastroso, e porém, muito digno de ser evitado que ele (o não cristão) venha ouvir um cristão dizendo de forma tão imbecil sobre estes assuntos, e como se de acordo com escritos cristãos, de tal forma que ele possa dizer que mal pode conter o riso quando ele viu o quão completamente em erro eles estão. Em vista disto e tendo em mente constantemente enquanto tratando do livro de Gênesis, eu tenho explicado, na medida do possível, explicar em detalhes e tomado para consideração o significado de passagens obscuras, tendo cuidado de não afirmar precipitadamente algum significado de forma a prejudicar outro significado ou talvez uma melhor explicação.
Poucos são os púlpitos que o aceitariam nas igrejas conservadoras de nossos dias.
4. William Barclay: Culpado de Universalismo
Os pequenos comentários azuis de William Barclay estão nas prateleiras de muitos pastores. Assim, é estranho que Rob Bell tenha sido tão enfaticamente rejeitado por defender essencialmente a mesma crença que este célebre teólogo.
Barclay escreveu: "Sou um universalista convicto. Eu creio que no fim todos os homens serão reunidos no amor de Deus... a escolha é se aceitamos a oferta e convite de Deus de bom grado, ou se tomamos o mais longo e terrível caminho através de anos de purificação.
Nesta obra, Barclay também listou os pais da igreja primitiva, Orígines e Gregório de Nissa, como dois cristãos universalistas.
5. John Stott: Acusado de Aniquilacionismo
5. John Stott: Acusado de Aniquilacionismo
John Stott é um dos maiores pensadores evangélicos da última geração. Stott rejeitou a visão de que o inferno é um tormento eterno e consciente dos ímpios e sugeriu, ao contrário, que aqueles que não tiveram arrependimento deixariam de existir após suportar a pena por seus pecados.
Ele escreveu: "Eu acredito que a aniquilação final do ímpio deveria ao menos ser aceito como legítimo, bíblicamente embasada como alternativa ao tormento eterno e consciente".
6. Billy Graham: Culpado de Inclusivismo
Billy Graham é, talvez, o exemplo da identidade evangélica.
Ou, achávamos que era...
Como C.S. Lewis, Graham acredita que aqueles que não ouviram sobre Cristo podem, de fato, serem salvos sem uma confissão explícita de que Ele é Senhor.
Em uma entrevista em 1997 com Robert Schuller, Graham disse:
Billy Graham é, talvez, o exemplo da identidade evangélica.
Ou, achávamos que era...
Como C.S. Lewis, Graham acredita que aqueles que não ouviram sobre Cristo podem, de fato, serem salvos sem uma confissão explícita de que Ele é Senhor.
Em uma entrevista em 1997 com Robert Schuller, Graham disse:
"[Deus] está chamando pessoas para fora do mundo por Seu Nome, se elas vêm do mundo Muçulmano, do mundo Budista ou do mundo Cristão, ou do mundo de não-crentes, eles são membros do Corpo de Cristo porque eles foram chamados por Deus. Eles podem não saber o nome de Jesus, mas eles sabem em seus corações que precisam de algo que eles não tem, e eles se voltam para a única luz que eles têm, e pensam que estão salvos e estarão conosco no céu".
Há vários outros exemplos: o lobby de George Whitefield pela escravidão, o ódio não velado de Martinho Lutero pelos Judeus, a aprovação de Calvino pela queima de hereges na fogueira, etc.
Agora, espera-se que você ache ridículo rejeitar estas pessoas grandes e piedosas. Este é o motivo pelo qual é incrível pra mim o que ignoramos a fim de protegermos-nos da verdade. Precisamos de nossos "herois da fé" para sermos perfeitos em teologia e conduta, então ignoramos e justificamos as partes que não gostamos.
Todos fazemos isto.
Então, talvez seja hora de estender um pouco mais de bondade pelos evolucionistas, pelos que rejeitam a inerrância, para aqueles que leem a Bíblia literalmente quando ela diz que Deus irá redimir todos os povos consigo, para os Rob Bells e para as Visões Mundiais.
E para aqueles de nós que estão do lado progressivo e moderado: talvez possamos achar isto em nós mesmo para virar a outra face e perdoar aqueles que desejam que desapareçamos. Então, quando encontrarmos alguém que nos aceite, com "heresias" e tudo mais, vamos abraçá-los e aprender com eles.
quinta-feira, 27 de março de 2014
Por que tentarei não comentar políticas/ideologias/frivolidades nas redes sociais
Um dia você aprende…
As redes
sociais são grandes repositórios de informações inúteis. Fato. Nada
superabunda mais nas redes do que memes, piadas, vídeos imotivacionais,
entre outros assuntos comentados por não conhecedores de coisa alguma.
Algumas
pessoas estudam um pouco mais, e avançam o seu conhecimento de tal
forma que constroem raciocínios interessantes e até certo ponto
relevantes na internet. Mesmo estas, acabam muitas vezes caindo no
ostracismo, e se tornam gurus que não contribuem para a reflexão, mas
sim à cauterização de ideias pouco proveitosas e já pré-estabelecidas.
Defendem suas correntes com unhas e dentes, mesmo que para isso tenham
que usar argumentos totalmente descabidos.
A grande
maioria não estuda nada. Não lê uma notícia por completo. Não se importa
com o outro lado da moeda. Não está nem aí para os reflexos de suas
opiniões e comentários. Lêem os títulos dos noticiários, quando muito.
Lêem menos do que os 2,1 livros lidos em média pela população
brasileira. Não têm uma formação sólida em suas opiniões. Ficam apenas
as opiniões. Isoladas, soltas e vagas.
Já discuti
bastante nas redes sociais sobre políticas públicas, direitos humanos,
defesa de minorias e outros assuntos relacionados à religião. Sou um
entusiasta do debate, e coço quando vejo uma polêmica pronta a ser
dissecada pelos neurônios e absorvida pela ética. Porém, não mais quero
discutir.
As ideias que expõem sempre te colocarão de
um lado. Fato. O problema é que não foi você quem pediu para ser
colocado daquele lado.
Existem
matérias jornalísticas para defender todos os pontos de vista
ideológicos, políticos, religiosos e até sexuais. Você pode defender que
quer fazer sexo a 3, 4 ou 1000 usando o documentário do Poliamor. Pode
querer defender a sua visão conservadora a respeito da mulher mostrando
artigos anti-feministas com argumentos bem consistentes mostrando os
exageros por parte do feminismo atual, ou mesmo as reportagens mostrando
as militantes da Marcha das Vadias se masturbando com crucifixos. Você
pode querer defender que sua religião é legal usando artigos mostrando
que membros do Candomblé assassinaram uma criança em um ritual,
mostrando que aquele povo é do capeta, e que você é de Deus. Pode
mostrar que os crentes são ridículos, por meio de matérias que mostram
pastores extorquindo o povo. Pode usar qualquer matéria! Qualquer uma!
Você
pode defender a esquerda e suas liberalidades usando os artigos dos
sociólogos marxistas que estão em todas as universidades do Brasil, ou
pode buscar defender a direita e seus fundamentalismos usando os textos
do Olavo de Carvalho ou os vídeos da Raquel Sherazade. Argumentos
existem dos dois lados. Uns apelam aos direitos humanos, outros apelam
ao direito à propriedade e às obrigações do Estado.
Quando
você diz algo que coaduma com a opinião de qualquer destes caminhos,
imediatamente é taxado. Ridicularizado. Ares de decepção surgem de todos
os lados. Ou você é um déspota, ou é um radical, ou um fundamentalista,
ou um utópico. Um religioso ou um cético (acredite, ambos podem ser
títulos pejorativos!).
De hoje em diante, não mais
comentarei. Quando surgir um assunto polêmico, comprarei os livros sobre
aquele tema, e me aprofundarei de tal forma que consiga sustentar os
meus argumentos, passando-os primeiro pelo meu próprio crivo (alto, por
sinal). As contribuições neste mundo não se restringem às redes sociais.
Elas são grandes ferramentas. Revoluções ainda esperam para ocorrer.
Posições ainda precisam ser consolidadas. Decisões quanto aos aspectos
humanos mais latentes precisam de ação e reflexão.
Apesar de pertencer a uma geração internética,
e de ser estudioso das redes sociais, voltarei ao velho método:
sentarei minha bunda na cadeira e irei estudar antes de proferir
asneiras pela internet. Quem sabe assim, se todos fizerem, as redes
sociais não se tornam de vez dispensáveis, por conter apenas as
asneiras, e nos dê coragem para desativar permanentemente nossos
Facebooks? Ou quem sabe se todos começarem a estudar antes de falar, não
conseguiremos fazer das redes sociais um ambiente mais útil, onde
consigamos reduzir a quantidade de filtros, e onde consigamos reduzir
consideravelmente tudo o que coaduma com a irracionalidade e com a falta
de respeito ao próximo?
Publicado originalmente em https://medium.com/p/a92e89f21b41
Publicado originalmente em https://medium.com/p/a92e89f21b41
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